DIARIO DE PRE-CAMPANHA 04/11/15

DIARIO DE PRE-CAMPANHA 04/11/15

levantando um bloque

UNIDADE SIM. UNIDADE NÃO. GANHAR O FUTURO!

Quando começamos a falar de unidade era preciso falar da mesma sem antepor barreiras porque do contrario o debate não seria tal. Arriscar como o fixo o nacionalismo a falar de unir sem excluir é um jogo perigoso porque um pode verse envolto num debate tramposo que cause desorientação e perda de credibilidade na base de simpatizantes, mas também pode resultar clarificador para a mesma e incluso para as pessoas que não são simpatizantes. A unidade e colaboração num pais como o galego onde o mini-fundis-mo (por sorte) forma parte do nosso jeito de ser e uma ferramenta mui apreciada para superar a fragmentação e pelo tanto não se pode andar dizendo que um se presta a colaborar e logo pôr desculpas de mal pagador. O nacionalismo não fixo um mal uso desta preciosa ferramenta chamada unidade desde o ponto de vista da sua base social e a prova são os case 6000 pessoas apontadas as primárias de IpU. Não fixo um mal uso da unidade porque muitas pessoas votantes e não votantes do nacionalismo demandavam e demandam unidade mas também capacidade de influir na conformação do corpo principal do que depois se vai ter que votar nas eleições gerais. A unidade entre partidos era um dos pés com os que conformar uma candidatura potente com a que enfrentar-se ao bi-partidismo. Outro pé importante era contar com a gente e é justo neste ponto de apoio onde IpU se ganhou de jeito decisivo o apoio ao seu bom fazer. A falta de acordo entre os partidos no pior dos casos e culpa de todos por igual ou se cabe é mais daqueles que defenderão, ate a rotura das conversas, a imposição da sua marca e da necessidade de deixar-se desaparecer no seu organograma. A consciência nacionalista na Galiza não é a que muitos nos gostaria mas o orgulho mini-fundista baseado em: “terei pouco mais o que e meu e meu e não tenho porque regala-lo”; também esta muito presente no nosso jeito de ser, de passar pela vida.

É certo que a unidade dos galegos de esquerda -nacionalistas e não nacionalistas- naufragou e isso e coisa mala, mas eu são dos que pensa que pior seria que tivesse naufragado o nacionalismo como ideologia de futuro para Galiza. Uma coisa que si queda clara é que o termo federalismo é um termo sem significado em Galiza não só porque nem EU nem Podemos -Galicia terem personalidade jurídica diferenciada de IU e Podemos-Espanha ( em Catalunya IU sim tem partido político diferenciado) senão também porque seguem as ordens das direçãos espanholas ou porque de não segui-las são firmes defensores das suas teses. Queda claro pois que na Galiza há nacionalistas galegos de esquerda mas não federalistas.

O desanimo pela falta da unidade esta em muitos de nós. Gostaríamos de vencer ao PP-PSOE. Vai ser muito difícil indo divididos, mas também é certo que o dia 20D imos ser chamados igualmente a votar e posse que perda-mos em escanos mais a batalha por ganhar em votos não esta perdida.

A paroquia nacionalista a minha paroquia parece que vai sair com unidade e com folgo. Ao sair ela os que acreditamos no carácter nacional de Galiza toca-nos tomar posição:quedar na casa rendidos ou dispor-se a dar a batalha junto a eles para que algum dia, todos juntos possamos ganhar o futuro.

O enlace de hoje é uma crítica ao programa económico de Podemos desde o decrescentismo:

http://crashoil.blogspot.com.es/2014/12/podemos-y-el-techo-de-cristal.html

Que tenhais boa noite

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